Mais um dia, mais uma semana, mais um mês, mais um ano de tolerâncias (…) ”Vai passar” Quando? Quando a minha esperança for embora? Quando tudo que amo partir? Quando for tarde demais? Não consigo me conformar com essas rasteiras que a vida dá, sendo elas uma após a outra; Mas veja, Aqui estou, em pé e ”resistente” depois de tantas quedas. Peço aos céus um pouco de força para superar tantas decepções. Clara Brandão




